sábado, 3 de setembro de 2011

Projetos FAAL: Residencial

A dupla Rose e Talita tinham como objetivo desenvolver o projeto de interiores residencial para o cliente Tiago Leme




Bancário nas horas vagas como costuma dizer, Tiago tem verdadeira paixão pela música.O vocalista da Banda Pantro,ainda tem um outro forte hobby: coleção de miniatura de carros.





Para o desenvolvimento deste projeto adotamos como conceito o EU, muito forte e marcante nas atitudes do cliente.Para melhor entendimento elaboramos o painel sêmantico ao lado.




Estudo de caso



Vivemos nos dias atuais um aquecimento no mercado imobiliário. São casais ou apenas jovens buscando sua independência. Com o crescimento abundante de pessoas, foi preciso adaptar as cidades para que a população se acomodasse nos centros urbanos. Foi então que houve o surgimento de novas estruturas para prédios residenciais. Hoje, encontramos apartamentos mais compactos, mesmo os com maior número de quartos. Para que a população não se assustasse com o impacto causado pela diminuição na área dos apartamentos, e os problemas que esta causa para acomodação e conforto no interior dos apartamentos, construtoras tem adotado como marketing a elaboração de plantas humanizadas com mobiliário em escala reduzidas ou com medidas fora do padrão comercial, tornando-se um pequeno problema para a população uma vez que nem todos têm condições financeiras para mobiliar sua residência com móveis planejados.









A partir da idéia de criar ambientes onde se encontrasse o EU do cliente, projetamos espaços harmônicos, porém com toques que remetessem ao pessoal de Tiago, representados através do bistrô, ao invés de uma mesa de jantar clássica, proporcionando um ambiente despojado, solicitado pelo cliente para recepção de amigos. Ainda na sala, foi pensado para ornamentação, telas de músicos, entre elas a representação de uma vocalista, o que está literalmente ligado ao cliente. O escritório é o ponto chave do projeto. É neste espaço que intensificamos o conceito adotado por nós. Encontram-se no ambiente características marcantes do nosso cliente: como o gosto pela música e pela coleção de miniaturas.A tela projetada para o espaço completa nossa linha de pensamento, trata-se da representação do cliente através de uma pintura não acadêmica, tornando-se assim mais jovem e atual.Com este objeto acreditamos alcançar o ponto máximo da implementação do conceito no ambiente projetado.














Desde o início do projeto, nossa preocupação constituía-se no fato de trabalharmos com espaços estreitos, sem poder fazer alterações na paginação de teto e piso e na estrutura do apartamento, mas mesmo assim, oferecer ao cliente, ambientes amplos afim de que ele possa receber seus amigos de uma forma confortável,despojada e prática , uma vez que esta é uma solicitação do cliente.
Nosso desafio se iniciou quando observamos que não havia espaço para uma mesa na cozinha fazendo com que tivéssemos que dividir o ambiente destinado a sala de T.V, que por sua vez é a única entrada do apartamento e o local onde o cliente receberá seus amigos, com um espaço para as refeições. Foi então que nos surgiu à idéia de nos utilizarmos do sofá, para dividirmos, esteticamente, estes espaços. De um lado, então, teríamos um conjunto de jantar, e do outro, uma sala para recepção e T.V.
O escritório por sua vez, é relativamente amplo, pois o cliente não necessita de armários por não ter muitos objetos a serem guardados uma vez que já se utiliza dos armários do dormitório. Neste caso, como o cliente é extremamente ligado a família e prefere deixar os outros quartos livres para poder acomodar os parentes quando o vierem visitar, a idéia é reunir, no escritório, todos os objetos que lhe dão prazer e que os fazem relaxar. São a coleção de miniaturas de carros e a paixão pelos seus instrumentos musicais. Isto tornaria o escritório um lugar de refúgio e os demais espaços funcionais.








Quando iniciamos a construção das maquetes física e eletrônica, observamos que a idéia sugeria para a sala de T.V. poderia ser aperfeiçoada para um melhor aproveitamento do espaço. O fato é que nossa idéia até então proposta, não era a mais conveniente para o ambiente, pois este se tornaria ainda mais estreito dando uma sensação de sufoco. Então, nos veio em mente à idéia de ao invés de “cortarmos” a sala com o sofá, posicioná-lo de outra forma para termos um melhor aproveitamento do espaço. Com isso, nos veio à mente também substituir a clássica mesa de jantar por um bistrô, tornando o espaço amplo, moderno e principalmente, jovem e casual, o que remete muito ao perfil do nosso cliente. As demais propostas não sofreram qualquer alteração.






Layout





Vista superior maquete eletrônica - Sala



Vista Superior maquete eletrônica - escritório/cozinha





Maquete física

Projeto FAAL: Loft

No segundo semestre do curso, agora com a professora Clarissa, nosso grupo também mudou.
Idianara, Rafael, Rose e Talita.
O objetivo da disciplina era desnvolver o projeto de interiores de um loft.





Nossa Cliente!!!!
:: Claudia M. Cardoso-Fleck é designer gráfica, artista digital e educadora. É Mestre em Belas Artes em Arte Computacional pela Escola de Artes Visuais de Nova Iorque. De origem brasileira, interessa-se pela forma como a sociedade percepciona e relaciona a espiritualidade com a beleza, a consciência e o tempo. Interessa-se pelo estudo da cibernética, tecnoética e moistmedia como meios para activar a consciência e o auto conhecimento físico e espiritual, bem como processos educacionais e abordagens que fomentem nas novas gerações a aprendizagem e percepção de si mesmas.

Através do Briefing, chegamos ao conceito:Ampulheta


De origem romana, a ampulheta (redoma), é um dos meios mais antigos de medir o tempo. Constitui-se de dois recipientes cônicos ou cilíndricos transparentes ligados por um pequeno e estreito orifício onde se passa uma quantidade determinada de areia, esta, especificamente, responsável em marcar o tempo. Escolhemos este objeto, pois acreditamos que este represente muito o estilo de vida de Cláudia. Esteticamente simples, a ampulheta traz consigo o grande complexo de simbolizar, de certa forma, a transitoriedade da vida.





Fotos do Loft















Com o surgimento de novas necessidades, houve um aperfeiçoamento na idéia da porta do banheiro. De início, havíamos pensado em uma porta de correr, mas a proposta foi descartada uma vez que o modelo não se adequou ao espaço. A área reservada para a exposição do Mixing Realities e o armário de apoio na área de serviço não sofreram alterações. Com a planta baixa em mãos, fomos estudando ponto a ponto quais seriam as alterações a serem realizadas e com isso chegamos ao nosso projeto final. Além das alterações citadas acima, incluímos na proposta a criação de um armário no dormitório já que a cliente não se adapta a idéia do closet. Partindo para os próximos pontos, sugerimos a criação de uma cozinha funcional, de um espaço Fitness, de um Home Office e de uma charmosa sala de estar. Finalizando o projeto, pensamos em bancadas de apoio para que Cláudia pudesse utilizá-las da forma que melhor conviesse a partir de qual atividade estivesse realizando no momento.
Desde o início do projeto, o grupo atentou-se ao fato de que seria preciso um novo layout para o loft. Uma das regras impostas para execução do projeto é a criação de um ambiente para exposição do projeto de Cláudia - “Mixing Realities”. Como já citamos anteriormente, a localização da porta do banheiro, assim como a disposição dos objetos em seu interior implicavam em uma má organização física fazendo com que o ambiente perdesse espaço. Outro ponto, pensado por nós, é o fato de que não há nenhum tipo de separação e assim nenhum tipo de privacidade no que diz respeito à área de serviço, esta que dá acesso a entrada do banheiro. Pensando nesta privacidade, mas não nos esquecendo da idéia de ambientes amplos, imaginamos a criação de um armário que ajudaria no isolamento visual deste ambiente e serviria como apoio no armazenamento de utensílios e produtos.






















terça-feira, 30 de agosto de 2011

Projetos FAAL: Vitrinismo

Em nosso segundo projeto, ainda no 1° semestre, o objetivo era elaborar o projeto de vitrinismo de uma loja, esta escolhida pelo grupo que manteve a mesma formação do projeto anterior.
Optamos desenvolver o prjeto da loja Montreal Magazine, uma vez que uma das integrantes do grupo trabalhava na loja, sendo assim além de mais prático para o grupo, uma ótima forma da aluna expor seu aprendizado.





OBJETIVO/ PROBLEMA A SER RESOLVIDO

Melhoria da fachada, inclusive o problema com a companhia de energia elétrica.
Ampliação da vitrine e o fato de que não há tempo/pessoal para trocar a vitrine constantemente.




PRINCIPAL DIFERENCIAL A SER EXPLORADO

Ampliação da vitrine. Uma vez que nossa vitrine é pequena e não conseguimos dispor todos os produtos que vendemos na loja.




PÚBLICO-ALVO (QUEM COMPRA/QUEM CONSOME)

Homem e mulheres de todas as faixas etárias.



CONCORRÊNCIA DIRETA E INDIRETA

Há na cidade mais duas lojas que comercializam, de um modo geral, os mesmos produtos da Montreal. Ambas são fortes concorrentes.


INSTRUÇÕES ESPECÍFICAS/OBRIGATORIEDADES

Mudança no letreiro.



Segmentação de Mercado


A proposta do Projeto final, era de aumentar o tamanho da Vitrime, uma vez que existia espaço para isto sem que complicasse a circulação dos clientes.
Como o objetivo geral proposto pela faculdade era proporcionar o projeto da vitrine em si, pensamos no trabalho que os funcionários tem em ter que montar e desmontar vitrines uma vez na semana pelo menos.Assim objetivamos uma vitrime giratória onde uma base circular giravase manualmente proporcionando assim que o cenário que antes estava denteo da loja passaria a estar na vitrine e vice-versa. Para o cliente isto foi fantastico pois em uma única vitrine poderia expor vários segmentos e se necessário mudar a vitrine mais que uma vez na semana.


Ainda não completamente satisfeitos com a proposta, o grupo inovou mais uma vez e desenvolveu o projeto de duas plataformas giratórias...Possibilitando assim não apenas dois cenários para a vitrine mas agora quatro opções.


Projetos FAAL : Nômade

No primeiro semestre do curso de Design de Interiores da FAAL Limeira, desenvolvemos o projeto Nômade.O Grupo composto por Idianara, Reginal, Rose e Talita, deveria escolher e adaptar um projeto para um perfil nômade.



O Perfil do escolhido por nós era uma jovem de 22 anos estudante de jornalismo, espontânea e super interessada no curso.Adepta a alimentação saudável e a prática de esportes (ciclismo).
Hobby – Fotografia e viagem (praias)







Os ambientes frequentados por ela seriam a estrada e a faculdade - projetos de estudos.









Na elaboração da "chuva de tempestades", retiramos o conceito que utilizaríamos como suporte para a elaboração de tal projeto: Livro!!!











Pensamos neste conceito por ser um material totalmente ligado ao perfil criado e por ser um objeto muito facil e simples de ser carregado por um nômade.



Definido o conceito, partimos para a elaboração de croquis para en fim chegar a um resultado final.





Elaboramos também a maquete processual, a qual tornou-se muito importante em nosso projeto uma vez que foi a partir desta que solucionamos o problema de dobras do nosso projeto.





segunda-feira, 29 de agosto de 2011

PAISAGEM...




Pode-se dizer que Paisagem, é um sistema complexo e dinâmico, onde diferentes fatores naturais e culturais interagem e evoluem em conjunto. Determina e é determinada pela ecologia, fatores culturais, emotivo-sensoriais e socio-econômicos.

Segundo Iná Elias de Castro,sendo a paisagem o que se vê, supõe-se necessariamente a dimensão real do concreto, o que se mostra, e a representação do sujeito, que codifica a observação. A paisagem resultado desta observação é fruto de um processo cognitivo, mediado pelas representações do imaginário social, pleno de valores simbólicos. A paisagem apresenta-se assim de maneira dual, sendo ao mesmo tempo real e representação



Ulpiano T. Bezerra de Menezes diz que devemos descartar os enfoques polares, realistas ou idealistas. Os primeiros pautados na materialidade e objetividade morfológica da paisagem em seu modo dado ou marcado pela ação humana. Os segundos pensam a paisagem como uma projeção do observador. Segundo o autor não devemos pensar em duas faces do mesmo fenômeno, uma material, inerte e outra mental, criadora. Melhor é reconhecer que ela é ”um dado tal como percebido, um fragmento do mundo sensível tal qual está dotado de personalidade por uma consciência” (Lenclud apud Menezes, 2002, p. 32).





Paisagem Urbana









Paisagem Rural






O termo paisagem também é utilizado nas artes plásticas.Segundo o site Enciclopédia Itaú Cultural de Artes Visuais(http://www.itaucultural.org.br) , "Gênero pictórico, cujas origens remontam aos planos secundários de retábulos e miniaturas medievais, de paisagens se afirma como especialização artística no século XVII. Jogam papel destacado na definição do gênero artistas flamengos como Salomon van Ruysdael (ca.1600 - 1670), Meindert Hobbema (1638 - 1709) e Joachim Patinir (ou Patinier, f. 1524) e alemães, como Albrecht Altdorfer (ca.1480 - 1538) por exemplo. Os registros de viagem de Albrecht Dürer (1471 - 1528) figuram entre as primeiras paisagens realizadas. As paisagens em estilo pitoresco produzidas pelos holandeses - repletas de detalhes e figuras diminutas - convivem com as paisagens ideais concebidas por Annibale Carracci (1560 - 1609). Estas chamam a atenção pela grandiosidade das composições, no interior das quais localizam-se figuras extraídas de temas religiosos e mitológicos ( A Fuga para o Egito,
ca.1604). A vertente paisagística inaugurada por Carracci encontra seguidores em Claude
Lorrain (1600 - 1682) e Nicolas Poussin (1594 - 1665). Canaletto (Giovanni Antonio Canal, 1697 - 1768) é o mais importante pintor de paisagens do século XVIII. Nos anos de 1720, o pintor se notabiliza pelas tomadas dramáticas de Veneza, em que se destacam efeitos expressivos e contrastes claro-escuros. A partir de meados do século XVIII, a observação da luz natural e a atenção aos elementos atmosféricos dão origem à vistas luminosas e vibrantes, de grande precisão topográfica (O Canal Grande), que se tornarão marca registrada do pintor. Na Inglaterra, a pintura de paisagens se associa às obras pioneiras de Richard Wilson (1713/4 - 1782) e Thomas Gainsborough (1727 - 1788).
Se a paisagem ocupa lugar secundário na hierarquia acadêmica até o século XVIII, no século XIX ela se alça ao primeiro plano. Uma das inovações na representação da natureza a partir de então diz respeito à pintura ao ar livre, que se populariza com a invenção da bisnaga descartável para tintas. O contato cada vez mais intenso com a paisagem observadade perto - e o simultâneo desinteresse pelas paisagens alegóricas e míticas - provoca uma renovação no gênero paisagístico. Os nomes de John Constable (1776 - 1837) e Joseph Mallord William Turner (1775 - 1851) são as primeiras referências para a compreensão do desenvolvimento do gênero. Influenciado pelos paisagistas holandeses do século XVII,Constable afasta-se das convenções pictóricas do paisagismo ao representar na tela as mudanças de luz ao ar livre e o movimento das nuvens no céu, em telas como A Represa e o Moinho de Flatford (1811). Sua pintura capta as variações da natureza, recusando a idéia de um espaço universal e imutável. As referências de Turner são outras - a paisagem clássica de C. Lorrain e as perspectivas de Canaletto - mas em suas telas observa-se interesse idêntico pelo espaço atmosférico e pelo fenômeno da luz. Só que nos quadros de Turner a luz explode numa espécie de turbilhão, inundando a tela ( Mar em Tempestade, 1840). O grupo de paisagistas franceses reunidos na Escola de Barbizon, sob a liderança de Théodore Rousseau (1812 - 1867), por sua vez, explora ao limite os aspectos mutáveis do mundo natural. Jean-Baptiste Camille Corot (1796 - 1875), embora freqüentemente associado ao grupo, se afasta dele sobretudo por uma idealização romântica menor e mais realista. A chave realista encontra em Gustave Courbet (1819 - 1877) outro grande intérprete.
A pintura de paisagens no século XIX tem no impressionismo expressão destacada. A observação da natureza a partir de impressões pessoais e sensações visuais imediatas, a suspensão dos contornos e dos claro-escuros em prol de pinceladas fragmentadas e Enciclopédia Itaú Cultural de Artes Visuais suspensão dos contornos e dos claro-escuros em prol de pinceladas fragmentadas e justapostas e o aproveitamento da luminosidade e uso de cores complementares, favorecidos pela pintura ao ar livre, são os traços principais da renovação estilística empreendida por Claude Monet (1840 - 1926), Pierre-Auguste Renoir (1841 - 1919), Camille Pissarro (1830- 1903), entre muitos outros. As paisagens executadas pelos chamados neo-Impressionistas- Georges Seurat (1859 - 1891) e Paul Signac(1863-1935)colocam sua ênfase na pesquisa científica da cor, decomposta e recomposta na série de pontos e manchas que cobrem a superfície da tela ( Um Domingo de Verão na Grande Jatte, de Seurat, 1886). Paul Cézanne (1839 - 1906) explora possibilidades abertas pelo impressionismo, embora nunca tenha se inclinado às representações realistas e às impressões fugazes. Sua opção recai sobre a análise estrutural da natureza, por meio de uma pintura ancorada na pesquisa metódica, em que as sensações visuais são filtradas pela consciência. Em A Casa do Enforcado em Auvers(1873), o caráter original de sua pintura se revela: a composição densa, os volumes recortados, a luz que produz um efeito material na tela, sem brilhos nem transparências. As paisagens de Vincent van Gogh (1853 - 90), por seu turno, caracterizam-se pelas pinceladas em redemoinho e explosão de cores ( Trigal com Ciprestes, 1889 e Estrada com Ciprestes e
Estrelas, 1890). As paisagens conhecem novas soluções em Henri Matisse (1869 - 1954) eAndré Derain (1880 - 1954), por exemplo, aquelas realizadas em Collioure, 1905.
Um marco inicial da pintura de paisagens no Brasil pode ser encontrado nos pintores
estrangeiros que chegaram ao país com Maurício de Nassau, como Albert Eckhout (ca.1610- ca.1666) e sobretudo Frans Post (1612 - 1680). A pintura de paisagens encontra forte enraizamento na arte realizada a partir da Missão Artística Francesa, tendo sido explorada por Nicolas Taunay (1755 - 1830), Debret (1768 - 1848), Almeida Júnior (1850 - 1899), entre outros. Nesse contexto, a pintura ao ar livre e o registro realístico da flora e da fauna nacionais encontram expressão nas obras do pintor alemão Georg Grimm (1846 - 1887) e, posteriormente, no grupo de artistas ligados a ele, como Antônio Parreiras (1860 - 1937) e Castagneto (1851 - 1900). Alguns artistas brasileiros são diretamente associados à pintura de paisagens, como Eliseu Visconti (1866 - 1944), Benedito Calixto (1853 - 1927), Francisco Rebolo (1902 - 1980) e José Pancetti (1902 - 1958). As paisagens de Minas realizadas por Guignard (1896 - 1962) - com igrejas e festas de São João - assim como aquelas realizadas por Tarsila do Amaral (1886 - 1973) - sejam os desenhos de cidades mineiras, as paisagens do Rio de Janeiro, das regiões interioranas do país ou as telas de São Paulo - ocupam lugar destacado na tradição paisagística nacional.



sábado, 10 de abril de 2010